Minhas primeiras recordações do número 13 não derivam de inúmeras aulas de matemática, nem de quantidade de presentes ou beijos, nem da idade que já tive. A primeira recordação que tenho desse número e acredito que muita gente também o tenha - é o número treze como sendo o número do azar.
Mas assim como a matemática nunca se entendeu direito comigo e nem eu com ela, o número treze nunca se mostrou como o número do azar pra mim. Pelo contrário.
Em 13 de março de 2010, nasceu Jorge. Um pequeno Grão que trouxe um mundo de felicidade.
E esse tal de Jorge é um bebê que já sabe acenar tchauzinhos, sabe sorrir quando o chamam de lindo e já descobriu quase que o mundo inteiro do meu quarto pela boca. Afinal, não houve uma conta de colar que não fosse saboreada por ele.
E recebê-lo em casa é como um pequeno furacão. Vem e mexe na nossa vida, mostra que a gente já tá ficando pra titia, que o tempo passa a cada centímetro que ele cresce. Revira tudo; brinquedos, sapatos, tudo que ele encontra pelo caminho, sempre provando e na maioria das vezes aprovando tudo também, já que volta naquilo e prova de novo.
Que o mundo da realidade e da imaginação sempre encante Jorge. Que ele saiba saborear o mundo com os olhos, com as palavras, com os cheiros e o tato. Que ele saiba viver, sentir e amar.
E que mesmo que ele ainda não entenda, que ele continue percebendo que amor cresce junto. E sempre.
E como estes pequenos transformam tudo a nosso redor!!! Lindo!
ResponderExcluirJulia